PERSONAGENS ILHAVENSES
Quando me recordo da minha infância, vêem-me á memória umas personagens de ÍLHAVO que muitos já esqueceram, mas muitos como eu de certeza recordarão.
Para mim essas personagens marcaram uma parte da minha vida , e também fizeram parte do meu crescimento como pessoa e ÍLHAVENSE, é verdade que estas pessoas
eram e continuam a ser classificadas de excluídos mas transportam em si grande
sabedoria que só a experiência de uma vida dura consegue dar.
Vou tentar recordar essas personagens, não sendo a ordem pela qual as vou mencionar qualquer tipo de hierarquia.
Quem não se lembra do daquela personagen misteriosa o “ESTER” homem que todos diziam em ílhavo que se tornou assim devido a sua paixão pela aviação, e a forma com se entregou aos estudos da mesma, era reconhecido por todos a razoavel cultura deste homem, mas também a sua forma estranha de ser.
Quem não recorda as palestras que ele fazia virado ao céu do cimo da ponte romana da malhada, bem como a forma como respeitava o monumento aos mortos da guerra do jardim Henriqueta Maia.
Outra pessoa que recordo com carinho era o “QUININHA” homem de baixa estatura, de boina negra na cabeça, muitas vezes com um grão na asa mas sempre simpático e engraçado especialmente com as crianças.
Outra das personagens que todas a crianças gostavam era o “MANEL MANGONO” homem simples e trabalhador percorria as ruas ,da então vila de ílhavo, com o seu carro de mão onde muitas vezes levava as crianças de boleia.
Era ele quem também tocava os sinos da nossa igreja , recordo o dia em implementaram o toque dos sinos de forma eléctrica e como ele de ínicio ficou desgostoso.com aquele seu jeito desengonçado de caminhar ele era uma pessoa adoravel que todos respeitavam.
Por fim não podia deixar de lembrar o “TÉTÉ” personagem indespensavel em todas as procissões das nossas romarias, era vê-lo no fim da procissão atrás da banda com o seu troço de horto a imitar um instrumento de sopro, e como ele levava a peito a sua participação , com a sua maneira de falar peculiar era sem duvida um simbolo desta terra.
Podem não fazer parte da história desta nossa terra Íhavense, mas iram ser sempre uma referencia da infância de muitos como eu conviveram com eles.
Esta é a minha homenagem a estes homens que poucos recordam mas que sem duvida fazem parte desta cidade,e nos fazem sentir orgulho em ser ÍLHAVENSE.
Quando me recordo da minha infância, vêem-me á memória umas personagens de ÍLHAVO que muitos já esqueceram, mas muitos como eu de certeza recordarão.
Para mim essas personagens marcaram uma parte da minha vida , e também fizeram parte do meu crescimento como pessoa e ÍLHAVENSE, é verdade que estas pessoas
eram e continuam a ser classificadas de excluídos mas transportam em si grande
sabedoria que só a experiência de uma vida dura consegue dar.
Vou tentar recordar essas personagens, não sendo a ordem pela qual as vou mencionar qualquer tipo de hierarquia.
Quem não se lembra do daquela personagen misteriosa o “ESTER” homem que todos diziam em ílhavo que se tornou assim devido a sua paixão pela aviação, e a forma com se entregou aos estudos da mesma, era reconhecido por todos a razoavel cultura deste homem, mas também a sua forma estranha de ser.
Quem não recorda as palestras que ele fazia virado ao céu do cimo da ponte romana da malhada, bem como a forma como respeitava o monumento aos mortos da guerra do jardim Henriqueta Maia.
Outra pessoa que recordo com carinho era o “QUININHA” homem de baixa estatura, de boina negra na cabeça, muitas vezes com um grão na asa mas sempre simpático e engraçado especialmente com as crianças.
Outra das personagens que todas a crianças gostavam era o “MANEL MANGONO” homem simples e trabalhador percorria as ruas ,da então vila de ílhavo, com o seu carro de mão onde muitas vezes levava as crianças de boleia.
Era ele quem também tocava os sinos da nossa igreja , recordo o dia em implementaram o toque dos sinos de forma eléctrica e como ele de ínicio ficou desgostoso.com aquele seu jeito desengonçado de caminhar ele era uma pessoa adoravel que todos respeitavam.
Por fim não podia deixar de lembrar o “TÉTÉ” personagem indespensavel em todas as procissões das nossas romarias, era vê-lo no fim da procissão atrás da banda com o seu troço de horto a imitar um instrumento de sopro, e como ele levava a peito a sua participação , com a sua maneira de falar peculiar era sem duvida um simbolo desta terra.
Podem não fazer parte da história desta nossa terra Íhavense, mas iram ser sempre uma referencia da infância de muitos como eu conviveram com eles.
Esta é a minha homenagem a estes homens que poucos recordam mas que sem duvida fazem parte desta cidade,e nos fazem sentir orgulho em ser ÍLHAVENSE.